Não tenho um laço no cabelo.

Eu não sei como eu sou eu, mas queria saber. Eu podia ser calada, calma, nada ansiosa, normal e bem comportadinha. Quem me dera ter sonhos comuns e gostos clássicos, tocar piano e não ser dona de mim. Ter uma belo laço no cabelo e ser uma dessas mulheres que Oscar Wilde definiria como “perfeitamente óbvia”. Deve ser profundamente simples e deleitoso ser assim. Imagino que não há crises existenciais ou críticas, a facilidade dessa forma de existência me encanta! Ser comum deve ser algo absolutamente extraordinário!

Eu queria muito ser a Carolina, mas nasci e me fiz Capitu.

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